Todavia, vencidos esses temores, podemos descobrir nas tecnologias uma aliada na construção do conhecimento. Desde que as informações sejam selecionadas e levem o educando a refletir e a interagir e agir sobre o mundo à sua volta e assim possa construir o seu saber, visto que a informação por si só não se consolida como aprendizagem.
Entretanto, as TIC, muitas vezes, estão sendo utilizadas como auxílio metodológico, restringindo-se apenas como meros transmissores de informação, como acontece com o livro didático e outros recursos. Entretanto, cabe à equipe gestora despertar para o fato de que essas tecnologias podem promover uma renovação do cenário pedagógico, cuja lógica está atrelada na construção coletiva de saberes, com a interação do educando e sua participação direta no processo de ensino e aprendizagem. Trata-se portanto de uma mudança de paradigmas, de não subestimar o potencial do aluno, de colocá-lo não como simples coadjuvante, mas como protagonista de sua aprendizagem.
Para tanto, é necessário um novo olhar sobre o currículo e as tecnologias, onde um complementa o outro, com objetivos definidos, visando uma formação cidadã e democrática dos sujeitos envolvidos.
É o que mostra essa entrevista com os especialistas Alexandre Abbatepaulo e Martín Restrepo, onde os mesmos tratam da formação continuada dos professores e das inúmeras possibilidades de se utilizar os recursos tecnológicos, motivação dos alunos, construção coletiva e outros aspectos pertinentes a utilização das TIC na Educação.
Para tanto, é necessário um novo olhar sobre o currículo e as tecnologias, onde um complementa o outro, com objetivos definidos, visando uma formação cidadã e democrática dos sujeitos envolvidos.

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